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Quarta-feira, 04 de Marco de 2026

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Lula sobre encontro com Trump na Malásia: ‘Discutimos de forma franca e construtiva’

Reunião na Malásia foi o primeiro encontro oficial entre os dois líderes após crise com tarifaço

Lula sobre encontro com Trump na Malásia: ‘Discutimos de forma franca e construtiva’
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26-10-2025

 
Lula afirmou que conversa com Trump ocorreu de forma 'franca e construtiva'Ricardo Stuckert/PR - 26.10.2025

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump se reuniram neste domingo (26), em Kuala Lumpur, na Malásia, em um encontro reservado que durou cerca de 50 minutos.

A conversa marcou a primeira reunião formal entre os dois líderes, após uma breve interação durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro, e a crise do tarifaço.

Segundo Lula, o diálogo tratou da agenda comercial e econômica entre os dois países.

“Tive uma ótima reunião com o presidente Trump na tarde deste domingo, na Malásia [madrugada no Brasil]. Discutimos de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral”, escreveu o presidente brasileiro em sua conta no X.

Lula também informou que os dois governos decidiram criar um grupo de trabalho para discutir medidas de redução de tensões comerciais.

“Acertamos que nossas equipes vão se reunir imediatamente para avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”, afirmou.

Tarifas e sanções

O encontro ocorre em meio ao aumento das restrições impostas por Washington, que aplicou tarifas de 50% sobre exportações brasileiras e sancionou autoridades do país em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Apesar de não haver comunicado conjunto, integrantes das duas delegações descreveram o clima da reunião como “positivo e construtivo”.

Antes do encontro, Lula afirmou que seu desejo era retomar as relações harmoniosas com Washington. “Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos”, disse.

Trump também respondeu a perguntas antes da reunião. “Vamos discutir [as tarifas] um pouco. Nós sabemos o que cada um quer”, informou, antes de dizer “se sentir mal” pela situação de Bolsonaro, sem se alongar no assunto.

 
 
 
 

 

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